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  • Livro: Limites sem traumas

domingo, 3 de outubro de 2010

Aquilo que chamamos de democracia

                       Enfim, chegou o dia. O grande dia. Hoje temos - nós, o povo - todo  o poder nas mãos. Temos o poder de decidir. De escolher o futuro do nosso país.
                      Pensemos então, na importância de termos esse poder e que o voto seja feito com muita consciência e responsabilidade. Seja pensado, refletido, discutido, avaliado. Mais do que nunca, é preciso senso crítico em uma eleição onde podemos dar passos a frente ou para trás. E acredito que regredir é algo que definitivamente ninguém espera do Brasil. Pensemos também no quanto nossas vidas mudou, no quanto a população brasileira prosperou, no reconhecimento dos esforços do Brasil na política exterior, nos avanços que nosso país esperou ter em tantos anos de governo e que só obteve a partir de oito anos atrás.
                    Não podemos imaginar mais um Brasil de fome, de desemprego, sem educação e saúde, sem políticas sociais de amparo à população mais pobre. Aliás, não podemos admitir mais pobreza no nosso país.  Não devemos mais admitir a corrupção, que devora nosso orgulho de ser brasileiro. Não podemos sequer pensar em permitir que  hospitais fiquem abandonados, em flagelos enquanto pessoas ainda morrem de pneumonia e tuberculose, de verminose e de difteria. Não é admissível imaginar escolas e universidades ao relento, repletas de descaso enquanto crianças imploram por ir à escola.
                  Muita coisa mudou. Muitas escolas e faculdades foram criadas, muitos hospitais, a economia já não é mais a mesma, os índices estão aí. Mas ainda falta muita coisa. Muita mesmo. E o trabalho é continuo, é dinâmico. Ele não pode parar. O discernimento e a boa vontade, o criticismo e a vontade política, a razão e a decisão, tudo isso está conosco. E hoje é um dia em que podemos colocar em prática o que realmente aprendemos e compreendemos ser a democracia.

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